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“A Homossexualidade no decorrer dos Tempos”
1.1- A História Oficial
1.2
– Lei de Causa e Efeito
1.3
– Helena Petrovna Blavstsky
Desde os anos 60 com a liberação feminina, muitos tabus veem caindo
por terra, graças ao avanço da ciência, da medicina e principalmente dos
modelos de família que vem surgindo para um futuro muito próximo.
Isso inclui as famílias formadas por casais bem diferentes do modelo
tido como normal. Desde que o mundo é mundo, existe vários gêneros de
sexualidade, héteros, homo, bissexuais, e por aí vai, mas a quantidade de
pessoas nestas condições aumentou exponencialmente nos últimos 20 anos, e até
virou modismo ser homo e vou explicar o porquê. Mas, a verdade é que os
verdadeiros homossexuais são apenas 9% de toda a população mundial para cada
sexo, que compreende em 09 % Masculino / Feminino e 09% Feminino / Masculino.
Vide tabela da parábola, no capítulo nove.
Figura
1 – Países que criminalizam a homossexualidade no mundo.
Observe o mapa mundi e veja que são 32 países no continente
Africano, 9 países nas américas, 22 países na Ásia e 6 países na Oceania. Que
ainda não reconhece oficialmente a homossexualidade, como condição natural do
ser humano.
Apesar de no Brasil termos avançado muito em termos de Leis que
protejam todos os tipos de minorias. Como por exemplo: “A lei Maria da Penha”,
para proteger as mulheres, os indígenas, etc. Em muitos países do mundo, a homossexualidade
ainda é considerada um crime.
Basta uma pequena pesquisa na internet, para se ter uma ideia dos
avanços, rumo a conscientização nos últimos anos, mas ainda assim, estamos
muito longe de aplacar os preconceitos que sofremos. Ou seja, ainda temos muito
que lutar para quebrar as barreiras do preconceito e da falta de informação.
Por falar em informação, vejamos o que diz a Wikipédia no constante
que menciona sobre a comunidade LGBT (1) no mundo.
“A legislação
sobre pessoas LGBT varia de acordo com a cultura de cada país. Na
atualidade existe uma enorme variedade no alcance das leis que afetam as
pessoas do grupo LGBT no mundo. Essas diferenças nos direitos relativos a
pessoas LGBT estiveram presentes ao longo da história das civilizações humanas,
persistindo até aos tempos atuais. Desde países que criminalizam
a homossexualidade com a pena de morte, tais como, a Arábia
Saudita, a Mauritânia ou o Iêmen, até aqueles países que já
legalizaram o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo,
como Países Baixos, Espanha ou Canadá.
As principais
organizações mundiais de saúde, incluindo muitas de psicologia, não mais
consideram a homossexualidade
uma doença, distúrbio ou perversão. Desde 1973, a
homossexualidade deixou de ser classificada como tal pela Associação
Americana de Psiquiatria. Em 1975, a Associação Americana de
Psicologia adotou o mesmo procedimento, deixando de considerar a
homossexualidade como doença.[1] No Brasil, em 1985,
o Conselho Federal de Psicologia deixa de considerar a homossexualidade
como um desvio sexual e, em 1999, estabelece regras para a atuação dos
psicólogos em relação à questões de orientação sexual, declarando que
"a homossexualidade não constitui doença, nem distúrbio e
nem perversão" e que os psicólogos não colaborarão com
eventos e serviços
A reversão do
entendimento da homossexualidade como uma doença mental para uma
orientação sexual menos comum numericamente é certa, mas irreversível e
identitária do ponto de vista antropológico, além de alguns estudos que
revelam diferenças entre o cérebro de
pessoas homossexuais e pessoas heterossexuais,[4] foi
crucial para que vários países pudessem rever as leis que puniam
a homossexualidade, garantindo assim em alguns casos os mesmos direitos dos
casais heterossexuais.
Fonte: Comunidade
LGBT https://pt.wikipedia.org/wiki/Legisla%C3%A7%C3%A3o_sobre_pessoas_LGBT_no_mundo
A reversão do entendimento da homossexualidade como uma doença
mental para uma orientação sexual menos comum numericamente é certa, mas
irreversível e identitária do ponto de vista antropológico, além de alguns
estudos que revelam diferenças entre o cérebro de
pessoas homossexuais e pessoas heterossexuais,[4] foi
crucial para que vários países pudessem rever as leis que puniam a homossexualidade,
garantindo assim em alguns casos os mesmos direitos dos
casais heterossexuais.
Como podemos constatar, a homossexualidade não é considerado doença,
nem distúrbio, nem perversão pela maioria dos organismos de saúde, de vários
países, pois veremos ao longo deste trabalho, que verdadeiramente não é doença,
mas sim uma condição natural do ser humano, onde vamos explicar com
profundidade, nos capítulos seguintes, sobre “ A Verdadeira História da
Humanidade”, como se deu o surgimento natural dos casos, e como aconteceu a
transformação de seres andróginos em seres de naturezas homossexuais,
bissexuais e heterossexuais nos primórdios da humanidade.
Gosto muito de compartilhar um fato que aconteceu quando eu tinha
mais ou menos 11 anos de idade, eu estava cursando a 7ª Série do antigo 1º grau
e aos domingos fazia aulas de catecismo na Igreja Católica, pois foi esta a
religião herdade de berço da minha família. Foi nesta época que me veio à mente
um dos primeiros questionamentos.
Muito intrigada com uma aula de biologia aplicada durante a semana
na escola, em que a professora mencionou uma pesquisa feita com duas populações
de macacos, onde a primeira delas estava completamente isolada numa ilha e a
outra, embora também estivesse numa ilha, tinha comunicação com o continente.
Ela contou que depois de 30 anos observando, os cientistas notaram
que a população de macacos que estavam totalmente isolados, morreram todos,
devido ao fato que, em seus instintos, os machos copularam com as fêmeas, suas
mães, filhas, tias, avós e foram nascendo macacos cada vez mais doentes e
enfraquecidos no seu DNA.
Naquela época 1978 a 1979 mais ou menos, ainda não havia sido feito
o mapeamento do DNA humano, pois dependia de computadores mais modernos e
velozes.
Fiquei pensando naquela estória e quando chegou o domingo na aula de
catecismo vem o Padre falando do início dos tempos, que no início era apenas
Adão e Eva, estes foram expulsos do paraíso e tiveram dois filhos: Abel e Caim.
Caim era lavrador e Abel, pastor de ovelhas. Caim ficou com inveja
de Abel e cometeu o primeiro assassinato da história contada na Bíblia.
Ora, ora, pensei comigo, se Caim matou Abel e só tinha na terra mais
Adão e Eva, e se filho copular com a Mãe (Eva), nascem seres defeituosos e
acabam se extinguindo, como aconteceu com a população de macacos, como será
então que deu toda essa gente no mundo? Perguntei para o padre.
Foi então que o Padre me respondeu que isso era dogma e que eu
estava cometendo pecado, que deveria ir pra casa, rezar três pai nosso e quatro
ave-marias que eu estava perdoada. Simples assim.
Pensei: nossa é pecado raciocinar, pensar, comparar?
Reclamei à minha Mãe, que o padre sabia menos que a minha professora
de biologia e que não ia mais a igreja. Mas ela me obrigou a concluir o
catecismo, foi então que depois disso abandonei a igreja católica.
Já naquela época meu bom senso e minha sensibilidade, me mostravam
que havia algo muito errado nesta estória. Internamente, algo gritava dentro de
mim, dizendo que o padre estava errado.
Não vamos entrar em pormenores em relação às religiões,
principalmente do Brasil, porque respeitamos todas elas e sabemos que cada uma
atrai para si, seus pares, através do estado vibratório, de cada um de seus
membros, mas temos que ter em mente uma passagem no evangelho segundo João (2).
“Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida, ninguém vem ao pai se não por mim”. S. João, 14, vers. 6
Meditando sobre estas palavras, vejo que o caminho para se chegar ao
pai, é copiando os exemplos de vida, que nosso Senhor nos deixou. No entanto,
no meu entendimento, para que o ser humano atinja a perfeição assinalados nos
exemplos de Jesus, precisamos considerar a possibilidade da reencarnação.
Por que, partindo de um raciocínio lógico, se considerarmos que o ser humano, nasce totalmente dependente de seus pais em tudo, desde a aprender a falar, andar, se alimentar e depois na fase da escola, a desenvolver as emoções e a mente, podemos considerar que ele só estará apto a algum discernimento mais assertivo, após os 16 anos de idade. (Idade em que o indivíduo atingiu a maioridade, nos meios esotéricos).
Será que é possível aprender a fazer todos os milagres que ele fez,
controlar nosso emocional, amar a seu semelhante como a ti mesmo, e dentro do
esoterismo, desenvolver as habilidades conhecidas como “Os oito poderes do
adepto”, que são transformar água em vinho, ou fazer a multiplicação de peixes
e de pão em apenas 55 anos?
Não.
Mas não foi ele que disse que faríamos o que ele realizou e coisas
ainda maiores?
12 Digo-lhes a
verdade: Aquele que crê em mim fará também as obras que tenho realizado. Fará
coisas ainda maiores do que estas, porque eu estou indo para o Pai. S. João, 14, vers. 12 – (3)
Será que conseguimos apenas controlar nossos pensamentos, nosso
sentimento de dor, no exato momento que, ao tropeçarmos numa pedra na rua, não
soltemos um belo palavrão?
Não, meus irmãos, pois, eis que todos somos irmãos em humanidade,
(uma unidade, etc.). Eu respondo que este tempo é muito curto, para tudo o que
temos que aprender e controlar. Sendo assim, partindo deste raciocínio lógico,
não resta dúvida em afirmar a existência da reencarnação. Muito antes do
espiritismo Kardecista, afirmar em sua doutrina a existência da reencarnação,
no Oriente, esta crença é aceita comumente pelos budistas (4). O Budismo foi
fundado na Índia por volta do século V a/c por Sidarta Galtama e se espalhou
pelo Oriente através dos séculos.
“Para os seguidores do Budismo, a doutrina serve para todos alcançarem as felicidades passageiras (inteligência, saúde, beleza, prosperidade e agradáveis relações) e a definitiva (a iluminação). Para esse fim, é necessário o pleno conhecimento físico e espiritual, a nirvana. Ela é o principal propósito da consciência, pois é assim que o ser atinge o fim dos sofrimentos. Como também acreditam nas encarnações e reencarnações de homens, animais e plantas, o budismo prega a bondade e respeito para com todos os seres, já que em outra vida pode-se experimentar aquela forma.” (4)
O termo “roda de Samsâra” (5) dos Hindus, a roda de renascimentos e
mortes, onde nós possamos, através de várias encarnações, desenvolver todas as
potencialidades do Cristo Universal.
“O
ciclo de reencarnações é definido como “Samsâra”. Esse processo de
renascimento, passagem por muitas vidas, é interrompido quando o sujeito passa
pelo processo de iluminação.”
É por tudo isso e ainda mais, como explicar os seres defeituosos que
reencarnam em nosso mundo? Se Deus é bom e é justo, por que uns nascem
perfeitos e outros não?
Pessoas cegas, surdas, autistas, aleijados, com limitações de todos
os tipos, inclusive intelectual, Deus privilegia uns e pune outros?
Ou será a aplicação das Leis Universais, das quais nos ensina, o
livro “O Caibalion” (6)? O capítulo oito deste trabalho, é dedicado a
compreender melhor as Leis do livro, e referindo-se à “reencarnação” diz o
seguinte:
(4) Budistas - Fonte: https://www.educamaisbrasil.com.br/enem/religiao/budismo
(5) Samsâra – Glossário
Teosófico, página 604
(6) “O Caibalion” – Escrito
por três iniciados, Estudo da Filosofia Hermética do Antigo Egito e da Grécia
VI. O Princípio de Causa e Efeito
"Toda
a Causa tem seu Efeito, todo Efeito tem sua Causa; tudo acontece de acordo com
a Lei; o Acaso é simplesmente um nome dado a uma Lei não reconhecida; há muitos
planos de causalidade, porém nada escapa à Lei." – O CAIBALION –
Este
princípio contém a verdade que há uma Causa para todo o Efeito e um Efeito para
toda a Causa.
Explica
que: Tudo acontece de acordo com a Lei, nada acontece sem razão, não há coisa
que seja casual; que, no entanto, existem vários planos de Causa e Efeito, os
planos superiores dominando os planos inferiores, nada podendo escapar
completamente da Lei."
Para se nascer em condição especial, nesta vida, ou seja, cego,
surdo. Deve haver uma causa anterior que provocou isso. Sem a aplicação desta
Lei Universal, o senhor nosso Deus, não seria bom e justo como se prega, porém,
uma vez compreendida todas as Leis que o livro ensina, tudo se harmoniza e
assim, Deus volta a ser bom e justo verdadeiramente.
Por conseguinte, vejamos uma citação da Doutrina Espírita, com o
médium Chico Xavier (7) sobre o assunto em 1.971.
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| Chico Xavier |
“O homossexualismo, tanto quanto a
bissexualidade, ou bissexualismo, como a assexualidade, são condições da alma
humana. Não deve ser interpretados como fenômenos espantosos, fenômenos
atacáveis, pelo ridículo da humanidade. Tanto quanto acontece com a maioria que
desfruta de uma sexualidade dita “Normal”, aqueles que são portadores de
sentimentos de homosexualidade ou bissexualidade, SÃO DIGNOS DO NOSSO MAIOR
RESPEITO!”
Fonte Tick Tok@lari_evans em 27.04.2021
(7) Chico Xavier – Médium e filantropo -
https://pt.wikipedia.org/wiki/Chico_Xavier
Porém, não é só ele que afirma isso.
As religiões Umbanda e Candomblé também tem uma boa aceitação junto
aos homossexuais, devido a um de seu Orixás, ser de natureza hermafrodita e
andrógina como é o caso de Oxumaré.
“Oxumaré –
São Bartolomeu, o santo da igreja católica. Considerado o Orixá da chuva e do
arco-íris, o dono das cobras”.
“Oxumaré
é o Senhor do movimento que transforma e perpetua a vida. É o mensageiro divino
que traz a água das nuvens para semear a prosperidade entre os seres humanos. O
seu sinal é o arco-íris brilhando no firmamento. Contam as lendas que Oxumaré
tem uma dupla natureza macho e fêmea.” –
Livro “Oxumaré” (8)
Será que é por causa desta entidade, de dupla natureza (macho e
fêmea), que a bandeira do movimento LGBT é um arco-íris?
O que sabemos do arco-íris:
16 E
estará o arco nas nuvens, e eu o verei, para me lembrar do convênio eterno
entre Deus e toda alma vivente de toda a carne que está sobre a terra.
17
E disse Deus a Noé: Esse é o sinal do convênio que estabeleci entre mim e entre
toda a carne que está sobre a terra. Gênesis 9: 16 e 17 (9)
Por acaso o Deus verdadeiro faria uma aliança/convênio, com seres macho
e fêmea à toa? E com toda alma vivente de toda a carne? Ou determinadas
religiões, fazem disso um pecado e não respeitam a própria palavra de Deus. Medite
sobre isso.
O sinal que Deus menciona a Noé, “e o arco estará nas nuvens”, o
arco a que Deus se refere é o arco-íris!
(8) Livro “Oxumaré” por Edsoleda Santos -
Solisluna Editora, 2020
(9) Bíblia online -
https://www.bibliaonline.com.br/
Seria então, por este motivo que a bandeira LGBT é um arco-iris?
| Bandeira LGBT+ |
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| Arco Iris |
Observemos nas figuras, acima que a bandeira LGBT e o arco-íris no
céu, a diferença entre elas é que, na bandeira LGBT, falta uma cor.
Qual cor seria esta?
A cor que está faltando é o anil ou
índigo.
Pode até parecer bobagem, mas não é, uma vez que o arco-íris é um símbolo sagrado dos mais antigos no mundo, citado inclusive na Bíblia.
Fonte:
http://tiobill.com.br/as-sete-cores-do-arco-iris/
Veja nosso artigo sobre o arco-íris no link abaixo. Pois não cabe
aqui no tema do livro.
https://www.misteriodahomossexualidade.com.br/2024/08/o-arco-iris.html
Outro caso que devemos observar é da Mitologia Grega. A imagem abaixo, é a estátua do Deus Hermafrodito. Observe que os dois sexos estão representados na foto desta estátua. Seios de mulher e falo de homem, no mesmo ser!
Figura
3 – Representação do deus Hermafrodito na mitologia grega.
Temos a dimensão do quanto é difícil, para a maioria das pessoas,
conseguir compreender este metabolismo, que se dá principalmente pelo fato de
que no ocidente, se tem por hábito, negar os conhecimentos antiquíssimos
depositados no Oriente, tais como: China, Índia, Tibet e Egito.
Será que eles sabiam de algo que nós não sabemos? É o que explicaremos
com comprovação acadêmica e cientifica no decorrer deste livro.
Helena
Petrovna Blavstsky
| Helena Petrovna Blavatsky |
Por isso vamos explicar estes conceitos da “Verdadeira História da
Humanidade” deixada nas obras de Helena Petrovna Blavstsky, (10) e no capítulo
nove, sobre a “Homossexualidade no Homem” pontuaremos de forma bem simples,
para que todos possam compreender.
“Na presente obra serão
feitas comparações e apresentadas as explicações que forem possíveis; quanto ao
resto, será deixado à intuição pessoal do estudante.” (11)
Sim, porque nem tudo o que sabemos, poderemos passar, pois cabe a
você querido e querida leitora, buscar os elementos que faltam na montagem
deste quebra-cabeças, só estou mostrando a ponta do Ice-berg.
Há um bom tempo, venho acompanhando diversos canais no Youtube. E o
que mais podemos constatar são conversas, pod casts, vídeos, sem o mínimo de
referência, de onde a pessoa tirou aquilo que está falando. Precisamos citar as
fontes, colocar um pouco de verdade em tudo isso. Demonstrar que tudo isso não
começou agora, que vem desde o início da humanidade, apresentar as fontes, as
provas, pois que, um novo conhecimento sempre é desenvolvido, com base sólida,
em conhecimentos anteriores.
Desmistificar, desmitificar é o nosso propósito e dar um embasamento
concreto, para que as pessoas tendo mais conhecimento sobre as referências e de
si mesmas, possa desenvolver o respeito, a tolerância, o amor e a fraternidade.
Mas acima de tudo, que as pessoas sejam confortadas no seu âmago, que estas
verdades pregadas a milênios no Oriente, transforme em luz no caminhar destas
pessoas, de seus amigos e familiares.
Desejamos que num futuro muito próximo, as pessoas consigam separar
uma coisa da outra, ou seja, o que é realmente verdade, daquilo que são os
desvios psíquicos, causados pela má utilização da energia sexual.
Senão vejamos, o sexo tem a capacidade de degenerar (tais como os
casos de pessoas viciadas), equilibrar (no sentido de que se considera o sexo
como uma necessidade fisiológica, como ir ao banheiro, se alimentar, ou seja,
inerente ao ser humano) e elevar o homem, utilizando-se dele para gerar seres
filhos do amor e não de Carma.
Carma?
(10) Helena Petrovna Blavatsky, (1831) em Ekaterinoslav, Império Russo, atualmente na Ucrânia - Morte (1891) Londres, escritora, ocultista. Fundou a Soc. Teosófica de Adyar – India.
(11)
“A Doutrina Secreta Volume II – Simbolísmo Arcaico Universal “ pag. 24 - H. P.
Blavatsky
Como assim?
Carma, (negativo), Dharma (positivo), segundo os conhecimentos Hindus.
Conforme nossos atos, as consequências podem gerar fatores negativos
(Karma), ou fatores positivos (Dharma).
O ciclo de
reencarnações é definido como “Samsâra” (12). Esse processo de renascimento,
passagem por muitas vidas, é interrompido quando o sujeito passa pelo processo
de iluminação. A “Samsâra” acontece de acordo com o carma.
Carma ainda é
visto como algo negativo, mas as boas ações também causam efeitos nas próximas
reencarnações. Ou seja, a penalidade para ambas atitudes (positivas ou
negativas) ocorre neste ciclo.
Sendo assim, a
prática do “Caminho do Meio” seria a única forma de impedir as reencarnações,
já que o indivíduo usaria o total controle sobre seus impulsos e comportamentos
durante vivência no plano Terra.
Quando um ser humano se envolve com outro visando apenas o prazer,
(satisfazer os seus instintos), coloca em funcionamento energias provenientes
do reino vegetal, como veremos ao longo do capítulo três, isso faz com que a
geração de uma criança neste estado vibratório, traga para a face da terra,
segundo a Lei de causa e efeito que vimos anteriormente, uma alma afim com a
soma dos desejos de seus pais.
Atrairá para reencarnar na Terra uma alma desta estirpe. Por mais
que me dói em escrever, um ser que tenha na sua alma apenas o egoísmo, a
satisfação do prazer carnal, etc., para dizer o mínimo.
A herança deste tipo de geração (a fecundação do óvulo e posterior
gravidez) faz com que se encarne neste veículo, (o corpo físico), seres com
estas características.
O que não acontece quando o sexo é feito com o amor, pois o amor
está relacionado com o desenvolvimento do ser humano, do reino hominal, como
veremos no capítulo seis, e atrairá 12) Samsâra – Glossário Teosófico, página 604, 605.
para se encarnar almas mais evoluídas nas
questões de fraternidade, igualdade, amor, benevolência, bom caráter, ou seja,
com elevados princípios de caráter e moral, divinos SERES HUMANOS.
Outra informação muito importante, que poderá leva-los com mais
segurança sobre as verdades que se encerram sobre este plano é sem dúvida
alguma, a etimologia das palavras.
A primeira vez que ouvi falar do termo “etimologia” foi através de
um programa do Youtube chamado “Vida Inteligente”. Na época o entrevistado do
dia foi o Sr. Jorge Antonio Oro (13), que sempre começava a discorrer sobre o
tema do dia, com a etimologia das palavras.
Tempos depois, no programa do mesmo Youtube chamado “Nova Acrópole”,
ouvia as palestras da Sra. Lucia Helena Galvão (14), também informar da
importância de se conhecer a etimologia das palavras.
Mas o grande insight veio com o Sr. Claudio José Ayrosa Rozière
(15), autor dos livros da série “O Mito Jesus”, percebi então, que se você quer
realmente conhecer um pouquinho da verdade, que paira sobre a humanidade, você
precisa conhecer e valorizar a etimologia das palavras.
Elas trazem no seu bojo, o significado real da palavra, no seu
idioma de origem, principalmente para o caso de línguas mortas como o Sânscrito
e Aramaico. Conhecer o nosso verdadeiro passado, e por consequência poderemos
compreender melhor o nosso presente e vislumbrar o que o futuro nos reserva.
Pois a verdadeira história da humanidade está embaralhada com a
falsa, com a mentira. Contada por aqueles, SUPERIORES INVISÍVEIS, (os
vencedores), que sabem muito bem o que estão fazendo.
Contam-nos mentiras e mais mentiras, e parafraseando Blavatsky,
“Não existe religião superior à verdade”.
Portanto, vamos dar um exemplo, partindo da própria palavra etimologia.
Etimologia (16) - é o estudo da origem histórica das palavras,
de onde surgiram e como evoluíram ao longo dos anos. O ramo dos estudos
linguísticos se preocupa em encontrar os chamados étimos (vocábulos
que originam outros) das palavras.
Complementando, vejamos o significado da palavra etimologia na
wikipédia.
Etimologia (do grego
antigo ἐτυμολογία,
composto de ἔτυμος
[verdadeiro, real] e -λογία [estudo][1]) é um campo de estudo
da linguística que trata da história ou origem das palavras e da
explicação do significado de palavras através da análise dos elementos que as
constituem.[2] Em outros termos, é o estudo da composição dos vocábulos e
das regras de sua evolução histórica.[3]
Algumas palavras derivam de outras
línguas, possivelmente de uma forma modificada (as palavras-fontes são chamadas
étimos). Por meio de antigos textos e comparações com outras línguas, os
etimologistas tentam reconstruir a história das palavras — quando eles entram
em uma língua, quais as suas fontes, e como a suas formas e significados se
modificaram.
Os etimólogos também tentam reconstruir
informações sobre línguas que são velhas demais para que uma informação direta
(tal como a escrita) possa ser conhecida. Comparando-se palavras em línguas
correlatas, pode-se aprender algo sobre suas línguas afins compartilhadas.
Deste modo, foram encontrados radicais de palavras que podem ser rastreadas por
todo o caminho de volta até a origem da família de línguas indo-europeias.
A própria palavra etimologia vem do grego ἔτυμον (étimo, o verdadeiro significado de
uma palavra, de 'étymos', verdadeiro) e λόγος (lógos, ciência, tratado).
A palavra "etimologia"(16) tem origem no grego
antigo etymología, que significa "estudo das verdadeiras
significações das palavras". O termo é formado a partir de étymon,
que significa "verdadeiro significado", e logia, que significa
"estudo".
As palavras se derivam de outras, que podem pertencer a outro idioma
ou a uma língua que já foi extinta, a exemplo do grego antigo, do Sânscrito e
do Latim.
Compreender seu significado na época em que foi criada, nos remete
ao seu início, faz com que consigamos ver além dos significados atuais para
onde a palavra estudada pode ter sido deturpada, e na grande maioria dos casos,
sim, seu verdadeiro significado ficou perdido no tempo.
Vamos dar apenas um exemplo para melhor entendimento.
É o caso da palavra “Religare”, (17) erroneamente interpretada como
religião.
Origem da palavra religião, do latim religio, que significa
“louvor e reverência aos deuses”.
Os etimologistas discutem bastante a respeito sobre a real origem
etimológica da palavra “religião”.
No entanto, muitos acreditam que tenha surgido a partir da junção do
prefixo re, que funciona como um intensificador da palavra que o sucede,
neste caso ligare, que significa “unir” ou “atar”.
Assim, religare teria o sentido de “ligar novamente”,
“voltar a ligar” ou “religar”.
Neste caso, o termo era utilizado como um ato de “voltar a unir” o
humano com o que era considerado divino.
Por isso a importância de estudar a etimologia, é um erro
interpretar a palavra religião, como seu significado seria a crença de cada
pessoa.
Vamos para o próximo capítulo, onde contaremos um pouquinho daquilo
que já se pode falar, sobre a Verdadeira História da Humanidade.
(17) Religare – Fonte: https://www.dicionarioetimologico.com.br/religiao/#google_vignette
📖 Este conteúdo faz parte do livro O Mistério da Homossexualidade, uma investigação espiritual sobre um tema que atravessa a História da Humanidade.
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